PARQUE ESTADUAL ITABERABA
Esse parque localiza-se ao longo do eixo São Paulo-Rio, entre os municípios de Mairiporã, Guarulhos, Arujá, Santa Isabel e Nazaré Paulista.
Foi criado por Decreto em 2010, por ser importante corredor ecológico entre a Serra da Cantareira e a Serra da Mantiqueira.
É o habitat de inúmeras espécies ameaçadas de extinção em nosso Estado, o qual procura preservar importantes remanescentes da Mata Atlântica.
Também protege importantes nascentes que ajudam abastecer o Sistema Cantareira o qual, por sua vez, contém as Represas: Paiva Castro, Águas Claras, Cachoeira, Atibainha, Jaguari e Jacareí.

SISTEMA CANTAREIRA
Na década de 60, já era preocupante o horizonte do abastecimento de água para a cidade de São Paulo e região.
Em 1966 (gov. Laudo Natel), foi iniciada as barragens de Paiva Castro, Águas Claras, Cachoeira e Atibainha. Em 1976 (mesmo Governador), iniciadas as barragens de Jaguari e Jacareí.
Em 2018 (gov. João Dória Jr), entrou em operação as águas da bacia do Rio Paraíba do Sul.
O Sistema Cantareira está intimamente ligado ao Parque Estadual Itaberaba. Todo o sistema é interligado por complexos canais, com 48km de túneis e estação de bombeamento de alta tecnologia.
HISTÓRICO DESSE PARQUE
Conforme reza a Fundação Florestal, a sua gestora, o Parque Estadual Itaberaba foi criado como resultado de estudos científicos iniciados em 2007 (gov. Cláudio Lembro), e como estratégia estabelecida para o reconhecimento da relevância da região para a conservação dos recursos naturais e proteção das espécies ameaçadas do ‘Continuum Cantareira’.
São 151 km2 de parque compreendendo parte das terras dos municípios de Guarulhos, Santa Isabel, Nazaré Paulista, Arujá e Mairiporã.
O Parque tem vários sítios geológicos, arqueológicos e culturais com alto potencial turístico e educacional, preservando vestígios da riqueza histórica do Período Colonial.

CORREDOR ECOLÓGICO
O Parque Estadual Itaberaba tem localização estratégica, constituindo importante corredor ecológico para a circulação de animais silvestres.
Muitos são os benefícios oferecidos pelas áreas naturais protegidas, com ganhos expressivos em qualidade de vida por meio dos serviços ambientais que a Unidade de Conservação nos oferece.
Tal corredor nos escancara o contato mais próximo e iterativo com a natureza, a regulação e o conforto climático, a água de boa qualidade, a valorização da cultura e da identidade local, a manutenção da biodiversidade, o contexto da paisagem notável e os seus potenciais atrativos turísticos, como nos ensina a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo.

Não obstante o “Barroco Mineiro” seja insuperável, nós temos cá o que pode ser considerado o maior patrimônio do “Barroco Paulista”, representada pela igreja NS Candelária, concluída em 1780 na Estância Turística de Itu.
Ela é assim considerada por seu conjunto arquitetônico, a talha, a decoração e equipamentos. Seu altar mor é entalhado em madeira e tem colunas de sustentação no modelo salomônico.
Em 1887, toda a frente do prédio ameaçava ruir. Foi quando o engenheiro Ramos de Azevedo fez a sua recuperação, acrescentando elementos neoclássicos.
Na fachada há imagens vindas de Paris.
O prédio, tombado em 1938, sempre enfeita qualquer fotografia. Convém uma visita à cidade de Itu, Estância Turística paulista.


Jarbas Favoretto – MTb 32.511, Jarbas Favoretto, presidente da AMITUR – Associação Brasileira dos Municípios de Interesse Cultural e Turístico, referência do turismo no Brasil
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