A CIDADE NO TEMPO – Benedicto Sergio Lencioni MARÇO – 2023

Benedicto Sergio Lencioni

13 – 1869 – Em sessão ordinária presidida pelo Padre Bueno nomeou uma Comissão para observar as madeiras para o conserto da ponte do Paraíba os senhores Abreo, Oliveira Preto e Cardoso, que aceitaram.

14 – 1887 – O presidente da Câmara Salvador de Oliveira Preto determina seja registrada a aprovação do Presidente da Província nomeando Antônio Luiz Pereira de Vasconcellos como professor substituto para reger a 2ª. Cadeira do Sexo Masculino de Jacareí.

15 – 1914– É publicado o primeiro número de “O Município”, órgão da Prefeitura Municipal e de distribuição gratuita.

 16 – 1804 – O Governador e Capitão General Antônio José de França e Horta escreveu ao Bispo D. Mateus de Abreu Pereira, queixando-se do pároco de Jacareí, “em vista da atitude tomada relativamente à ordem respeitante à demarcação do limite da freguesia”.

 17 – 1871 – Em sessão ordinária presidida pelo Padre Bueno, foi lido requerimento de João Roiz Munhoz, “oferecendo-se para Zelador do Rancho público além do Paraíba, bem como se oferece a compor o telhado e portões a sua custa, a fim de privar que os morféticos tenham nele entrada. A Câmara aceita o que oferece por tempo indeterminado.

18 – 1888 – É comemorada em Jacareí a festa da abolição da escravatura, com a libertação dos últimos escravos no município. Mais de 3.000 pessoas assistiram à elevação do mastro e do estandarte com o lema “Jacareí Redimido”. A solenidade foi realizada no Largo da Liberdade, no Bairro do São João.

19 – 1870 – Em sessão Ord. sob a presidência de Abreu- “O zelador da Capela de N.S. do Carmo pede 40 palmos de terreno para edificar casa a par da dita capela para patrimônio da mesma capela. A Câmara mandou o Fiscal informar, e este informou que o terreno é devoluto. A Câmara consentiu o requerido visto ser o patrimônio da Igreja N.S. do Carmo.

20 – 1910 – O jornal oficial “Município de Jacarehy”, desta data, noticia o desaparecimento de grades de bueiros : “Tendo a prefeitura colocado grades de ferro em todos os bueiros que dão escoamento para as águas pluviais, é impossível a conservação de tais grades, devido a espíritos malévolos que as conduzem , e este abuso não só traz prejuízos à municipalidade, como também concorre para, a qualquer momento ocasionar-se desastre aos transeuntes.”

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