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Notas do Turismo Paulista – 1/10/2020

A VOCAÇÃO DOS DESTINOS

Quando chegou o dia 27 de setembro se comemorou o ‘Dia do Turismo’, e foi quando tivemos um bom motivo para enaltecer ainda mais esse setor da nossa economia, que faz muito bem para a alma do indivíduo e, também, é de alta importância para os municípios. 

Vinicius Lummertz, nosso Secretário de Estado do Turismo, lembra a todos e reforça o papel do turismo na retomada da economia.  

Entre os dez destaques que ele nos dá, a vocação dos destinos é um deles, pelo qual os municípios têm de se preocupar, principalmente os seus Conselhos Municipais de Turismo. 

– Seja aventura, negócios, gastronomia ou natureza” – nos diz Vinicius Lummertz – “a atividade turística tem a capacidade de divulgar as atrações de um destino e fazê-lo conhecido por suas potencialidades”. 

A sempre importante divulgação.

A DIVULGAÇÃO

Mas, as coisas não caem do céu, e os municípios precisam fazer a sua parte. 

No capítulo das informações sobre uma cidade é muito importante que, de forma organizada, ela participe de Workshops, de Salões e Feiras, com ou sem apoio das empresas locais que são direta ou indiretamente ligadas ao turismo, divulgando o máximo possível os seus pontos de interesse turístico ou demais motivos mais fortes para atrair um visitante.   

O Salão São Paulo de Turismo nestes últimos 19 anos foi o principal divulgador dos municípios junto aos agentes de turismo, promotores de viagens, guias de turismo, profissionais, estudantes. enfim, de todo o nosso trade turístico.  

Por ser muito importante para as nossas cidades, os Salões já poderiam estar liberados com os devidos cuidados. Afinal, tem muita similaridade com os Shoppings que já estão abertos sem problemas.  

Esperamos voltar a ter os Salões tão logo passe essa pandemia, ou ‘pandemônio’ como Marcos Arbaitman disse em entrevista. 

No Salão São Paulo de Turismo, a diferença poderá ser a máscara. Foto de Alexandra Tahan

CASA BRANCA (SP)

Casa Branca é uma das cidades mais antigas da região, nascida às margens da que era chamada a “Estrada de Goiás”, uma das rotas dos Bandeirantes.  

A cidade foi fundada por decreto do Príncipe Regente D. João, em 1814, e Dom Pedro II ali esteve para inaugurar a Estrada de Ferro Mogiana. 

As ruas estreitas daquela época, com os seus casarios construídos a mando de Decreto Imperial, mostram o poderio que a cidade já teve.  

Muitos sobrados e casarões nos mostram hoje as diferenças arquitetônicas que foram se misturando ao longo do tempo.  

A sua Igreja Matriz foi concluída em 1889 no estilo clássico romano para uns, e no estilo eclético neorrenascentista para outros. Veja você. 

Estação da antiga Mogiana, em Casa Branca (SP).

TERRA DA JABUTICABA

O artesanato defende a renda de muitas famílias em Casa Branca. 

Bordados, esculturas, bebidas e doces são as marcas de Casa Branca, com destaque principalmente para o Licor de Jabuticaba uma tradição do município.

Até o brasão da cidade ostenta o galho representando a “Terra da Jabuticaba”. 

Neste ano, o forte calor gerou frutas maiores e mais doce onde elas foram bem plantadas, e ainda está gerando mais de 500 empregados extras para a colheita já iniciada. 

Casa Branca, a nossa ‘Capital da Jabuticaba’ está produzindo dois milhões de quilos da fruta que é colhida em 22.000 pés de jabuticaba. 

A escolha é feita por mulheres, que chegam a jogar fora as frutas consideradas pequenas, pois a produção daquela cidade faz questão de mostrar que ninguém pode com ela competir.     

Uma das sumidades do nosso turismo, o ilustre Prof. Mário Beni, é natural da cidade de Casa Branca. 

Visite, pois, essa agradável cidade, de povo generoso e acolhedor. 

22 Mil pés de jabuticaba em Casa Branca (SP).

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